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sábado, 18 de março de 2017

De novo blogger

Tenho ameaçado que voltaria a ser blogger, cansei-me da volatilidade do FB, chateia-me não poder reter as coisas bem escritas que vou lendo.

 Realmente, diga-se, o que acontece muito pouco no FB, porque ali ninguém lê nada que tenha mais que 3 linhas e se houver algo que valha a pena, desaparece rapidamente afogado por uma data de mensagens sem fim.

 Eu quero de novo ler e guardar o que gosto, para reler quando me apetecer e como sempre o fiz posso ainda hoje lamber a mente gulosa de textos magníficos.

 Atenção meus queridos autores, qual justiceiro, vou voltar a seguir os vossos textos a publicitá-los e a guarda-los como fiz e aqui se podem voltar a reler.

Alguns foram apagados paciência, quanto a isso nada a fazer

 Também recordo um dos meus post

 terça-feira, 1 de Dezembro de 2009

 Devia arder aos poucos, nu em frente ao povo Alguém da massa anónima que se convencionou chamar povo, gritou esta frase em frente ao Tribunal de Montemor-o-Velho, no momento em que Mário Pessoa, ex-fuzileiro que na véspera assassinara a tiro a mulher e um militar da GNR, passava para interrogatório naquele Tribunal

. Esta frase remete para os tempos da inquisição e das fogueiras humanas ao mesmo tempo que fico pensativo sobre o verdadeiro significado de exigência de se despir o criminoso.

 É só para não me chamarem faccioso, que eu não menciono todos os dias os posts da castanha pilada, são uma maravilha e não são inventadas, são retratos do nosso povo.

Desta vez ficamos a saber como é lindo o amor em Portugal.

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